
VI Fast' Á Noite - Festival de Tunas Académicas da Cidade de Coimbra

II Iscalino - 2 e 3 de Abril de 2011

Manhã de Sábado, 2 de Abril. Pouco passava das 10 horas e lá chegou a D. Cristina no seu belo veículo automóvel colectivo de transporte de passageiros. Destino? Lisboa, mais propriamente o “II Iscalino”, Festival de Tunas Mistas organizado pela Tuna Iscalina – Tuna do Instituto Superior de Contabilidade e Administração de Lisboa, que tinha como tema a “Grande homenagem a Fernando Tordo” e homenagem à Casa Sol. Festival este que, para além da nossa bela tuna, contava com a presença da nossa “irmã”, a Estudantina Universitária de Viseu, da Real Tuna Académica NeOlisipo, da Real Tuna Infantina e da Estatuna.
Depois de carregado o veículo, inicia-se a bela viagem até à capital. A primeira paragem foi na Redinha, para que o honorário Igor ‘Mitras’ pudesse embarcar na viagem, e para que os CD’ESTeS (diga-se, Caloiros da Tu Na D’ESTeS) pudessem apresentar o seu primeiro tema, movido a praxe, “Ritmo da Tuna”, uma adaptação não do Emanuel, mas sim do nosso tuno Sininho! :)
O tempo passava, as bexigas e os estômagos apertavam e depois de um curto “Pit-Stop” em Aveiras, eis-nos chegados a Portugal (ups.. Lisboa!) para um belo e merecido almoço nem oferecido nem patrocinado pelo Centro Comercial Vasco da Gama. Saciada a fome, era hora de nos dirigirmos ao ISCAL, onde a Catarina e a Mariana, nossas guias, nos aguardavam. Credenciais ao pescoço, máquina de finos a funcionar e música – aí está o que se quer! Entre finos e ensaios, era hora de jantar: Uns diziam que estavam a comer bacalhau, outros natas, outros que, como não tinham talheres, só tocavam no pão de forma, mas como a cabeça de todos já estava no Tivoli, tudo ficou perdoado.
O palco do Cine-Teatro Tivoli já nos aguardava, e foi sem demoras que nos dirigimos até ele. A hora decisiva estava a chegar, mas como seríamos a última tuna a actuar, havia ainda tempo de ensaiar, e afinar vozes e instrumentos. Chegou a nossa vez, e lá se descarregou o nervosismo, primeiro com a leitura pelo nosso “25” de um excerto do poema “Lisboa de Feira” do homenageado Fernando Tordo e do “Fado Português” interpretado pela nossa solista Sílvia, e depois com a “Canção de Embalar”, a serenata “Eterno Beijo”, o novíssimo “Alegria” e a “Ressaca”. Final da actuação, e com balanço positivo em cima de palco era hora de aguardar pelo resultado da deliberação do júri, que foi a seguinte:
· Melhor Pandeireta: Real Tuna Infantina
- Melhor Porta-Estandarte: Estatuna
- Melhor Solista: Real Tuna Académica NeOlisipo
- Melhor Serenata: Estudantina Universitária de Viseu
- Melhor Instrumental: Estudantina Universitária de Viseu
- Tuna Mais Tuna: Estudantina Universitária de Viseu
- 2ª Melhor Tuna: Estatuna
- Melhor Tuna: Real Tuna Infantina
A Tu Na D’ESTeS não conseguiu convencer o júri, mas isso não nos demoveu de voltar ao ISCAL, onde iria ser o convívio. Musica, dança e Super-Bock foi a receita para se passarem mais umas horitas, antes de irmos pernoitar ao “Lisboa Camping”, em Monsanto. Uns dormiam, outros estavam mais interessados em não deixar dormir (Quem eram vós, Speedy e Dedinhos? :p) até que o dia nasceu e o almoço de despedida já esperava! Frango no estômago, mais umas músicas no ar, e eis que o destino era Coimbra, onde todos chegámos sãos e salvos!
Resta agradecer à Tuna Iscalina pelo convite feito, e à D. Cristina, pela mui nobre condução!
IV Viriatuna - 25 e 26 de Março de 2011

Era uma vez uma bela tarde de sexta-feira…
A Tu Na D’ESTES embarcava para Viseu, Senhora da Beira…
Uma viagem atribulada! Parecia mesmo que estávamos a atravessar o centro de Portugal por uma estrada de cabras, mas afinal até estávamos no IP3, um itinerário principal deveras curioso…
Chegadinhos a Bizeue, e voltámos ao 10º ano… Instaladinhos e com o bucho cheio na Escola Secundária Viriato, lá nos encaminharam os nossos guias para o bus que nos levaria ao expoente máximo da cultura e história de Viseu, o Museu Grão Vasco logo ali ao lado da Sé, com a sua imponente fachada a iluminar a noite.
Uma vez lá dentro, as tunas revezavam-se numa sala de ensaios improvisada, pois as vozes tinham que estar no ponto para encantar as belas donzelas com a nossa serenata, que não foi cantada para a varanda, mas sim da varanda para o pátio…é um sinal dos tempos! E lá se encantou a noite, e se derreteram alguns corações…
De seguida lá voltámos nós para a escolinha, não para estudar para o ponto no dia seguinte, mas para esvaziar uns barris que por lá andavam muito cheios… E assim foi, até que já era de dia, a Magister dizia: “Eu só me deito quando mais ninguém restar, sou como a orquestra do Titanic…” O pessoal acenou-lhe e foi dormir…
Dia seguinte, aliás um parzito de horas depois lá começa o rugido dos animais da selva a despertar das suas tocas, quais salas de aulas, e a encaminharem-se para a banhoca rejuvenescedora. Alguém disse que só era quente até às 10 da manhã, bahhh tretas quem acordou ao meio-dia bem que se escaldou na mesma, pena foram aqueles que se fiaram em tais falácias e com medo da água regelada andaram o dia inteiro a cheirar ao dia anterior…eheh
Chegava o dia crucial… Era o tudo ou nada! E por isso mesmo, o pessoal decidiu começar a produzir intensamente, uns desarrumavam os quartos, outros dormiam, outros diziam disparates convincentes, etc…
Até que chegam os enguios e dizem: “Tu Na D’ESTES, têm que fazer uma serenata no átrio da escola, construir uma música para uma pastelaria e despacharem-se que vamos para o centro da cidade… Bem, o que faz falta é estar “under pressure”, e a malta lá tocou o 5º Ano Jurídico, lá inventou a célebre “ Se tens alto colesterol, só te metes no tintol, anda cá come mais profiterole, no Amaral, no Amaral, no Amaral”e lá seguiu para a bendita pastelaria que nos ouviu e nos deu rotundinhas e viriatos para aumentar a glicemia.
E como a vida não é só festa, lá fomos todos para o Estudantino eheh, mas para ensaiar, com o Enguio já a dizer “Já lá devíamos Estar!”, e a malta que gosta é de estar “under pressure” lá correspondeu e fez se o que já não se fazia há uns tempos “Alegri i aaaaa”…
A pressão a aumentar a cada meia hora que passa, somos os terceiros a actuar, bora ensaiar, ensaiar, ensaiar…
Entramos em palco e…
(…) Nervoso miudinho…
(…) O suor a escorrer…
(…) Alguém a arrotar…lol
Epá era só Alegria, afinal a Tu Na D’ESTES sobe a palco para arrasar ou quê!
O júri assim deliberou então:
* Melhor Pandeireta: Enf'tuna
* Melhor Porta-Estandarte: Enf'tuna
* Melhor Serenata: Tuna Médica de Lisboa
* Melhor Solista: Enf'tuna
* Melhor Instrumental: Tuna Médica de Lisboa
* Tuna Mais Tuna: Tuna Médica de Lisboa
* 2ª Melhor Tuna: Tuna Médica de Lisboa
* Melhor Tuna: Enf'tuna
Estava na altura de ir hidratar o fígado, e lá se foi ao boteco dos finos a meio euro e moscatéis e tal, e muitas foram as desistências mas inda lá foram uns resistentes representar a burguesia coimbrã no NB. Pena é ninguém se lembrar do que por lá se passou, mas é um consenso geral que foi bem duro…
Chegados à nossa Escolinha lá vieram os rebeldes atazanar os pobres tunos que pens queriam dormir algumas horas, veio o Chuck Norris, A Ressaca, O lançamento da pilha, os banhos frios sem papel…etc
Chegada a hora de partir pelo IP3 todos já tinham saudades desta bela cidade.
E por isso aqui deixamos um Grande Obrigado à Viriatuna que nos convidou para este Festival, e os Parabéns pelos grandes momentos que nos conseguiram proporcionar.
E para Viseu, para a Viriatuna e para a Confeitaria Amaral não vai nada nada nada…
Tudo!
By Pipoca “Vasco”
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